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sábado, 8 de outubro de 2011

Quem quer Pizzas, quentes e boas?

As nossas 2ª feiras de manhã são sempre bastante divertidas e produtivas - é o dia da Culinária, o que é sempre motivo de boa disposição!
Desta vez fizemos pizzas e, embora tenha ocupado mais tempo do que aquele que habitualmente reservamos para esta actividade, ainda conseguimos deliciar-nos com esta apetitosa iguaria à refeição do almoço.
Querem saber como fizemos?

Primeiro misturamos a farinha, com o azeite, o fermento, o sal e a água. Amassamos muito bem e formamos uma bola que levedou durante 1 hora.
Depois, com pequenas bolinhas de massa formamos uns círculos que picamos com um garfo para que, ao ir ao forno, a massa cozinhe de igual forma.
No centro da mesa, estavam dispostos os ingredientes que poderíamos utilizar para rechear a nossa pizza - salsichas, atum, bolonhesa de carne, fiambre, cogumelos, queijo aos cubos, queijo ralado, oregãos...
... e, claro, o molho de tomate. Este foi o único ingrediente comum a todas as pizzas.
Decoramos ao nosso gosto...
Todos nós estivemos muito empenhados neste trabalho pois iria ser o nosso almoço!
Ficaram todas diferentes...
Levamos ao forno...
e, hummmm! Que delicia!
Experimentem fazer aí em casa. Aproveitem os talentos dos nossos chefs e bom apetite!

Saudações Estudantis!

Acredito no otimismo...

"... a criança otimista é feliz, descontraída, bem disposta, alegre, apreciadora das coisas que lhe acontecem;

Tem uma visão positiva de si mesma e do futuro, sente que tem controlo sobre a vida e que do seu esforço e capacidades dependem os seus sucessos.
Brinca muito despreocupadamente, canta enquanto brinca, não receia os adultos, nem as experiências novas.
Tem prazer em colocar questões sobre o mundo e em explorá-lo.
Quer aprender e descobrir...
Quer crescer."
in "Educar para o Optimismo"
Saudações Estudantis

domingo, 2 de outubro de 2011

Na nossa reunião...

Na última quinta feira realizámos a nossa reunião de pais. Para meu contentamento, a participação dos pais foi quase de 100%. E isso é muito bom pois este é um momento importante que requer uma prévia preparação da parte da escola e das crianças, que vivem este dia com alguma ansiedade e excitação.

Porque são importantes as Reuniões de Pais?

A educadora do seu filho conhece suas expectativas em relação ao trabalho dela? E você sabe exactamente como é o dia-a-dia da criança na escola? Sabe como ela se relaciona com a educadora e os colegas?

Se você participa nas reuniões de pais e mantém um diálogo constante com os profissionais que cuidam da educação do seu filho, provavelmente deve estar com todas essas questões esclarecidas e, portanto, sentindo-se mais seguro.


A reunião de pais não é um mero evento protocolar que a escola organiza com o objectivo de dar algumas satisfações aos pais. O objectivo das reuniões é partilhar interesses e missões tendo em vista os benefícios para a criança.

Partilhar é mesmo a palavra quando se fala destas reuniões. Afinal, a

relação entre a escola e os pais deve ser de parceria. As reuniões têm um grande poder de aproximar famílias e escolas. Os pais recebem orientações, esclarecem dúvidas e, assim, estabelecem uma relação de confiança e cooperação com a educadora.

Do ponto de vista social estar presente nas reuniões também traz benefícios aos pais e, consequentemente, ao aluno, pois a troca de vivências é grande. É importante que os pais dos alunos se conheçam e troquem experiências.


Para surpreendermos os nossos pais e mães, decididos fazer um miminho: aproveitamos os marmelos e maçãs que a Matilde tinha trazido da vindima, comprámos mais alguns e fizemos uma bela marmelada.









Mas nós também comemos a deliciosa marmelada ao lanche... Hum! Estava mesmo boa!




















Os Pais devolveram-nos os miminhos com um carinho especial - num coração de cartolina, escreveram com as letras do nome do seu filho, as características que melhor definem os seus tesouros. Ficaram lindos e agora decoram a porta da nossa sala.
Obrigada a todos os que partilham connosco pequenos tesouros tão importantes.

Saudações Estudantis.

domingo, 25 de setembro de 2011

A Matilde foi às vindimas...

A Matilde viveu no passado fim de semana uma aventura diferente - foi às vindimas na terra da avó.
Gostou muito e veio cheia de novidades.
Explicou-nos que os adultos cortam os cachos de uvas com uma tesoura e colocam-nas em grandes cestos. Mas as crianças,

que não podem mexer nas tesouras para não se magoarem, arrancam os cachos e também é divertido.
A avó da Matilde foi uma querida a cortou alguns cachos para a Matilde trazer para a escola e partilhar com os amigos.

Hum! Comemos tudo como
sobremesa na segunda feira. Eram deliciosas!





A Matilde também trouxe maçãs e marmelos e com eles vamos fazer um doce para comermos no pão ao lanche.
Obrigada à Matilde e à sua família por este miminho.

Saudações Pedagógicas.

Birras e amuos

Sabe aquele amigo que quando os pais não lhe emprestam o carro começa a fazer uma verdadeira sinfonia de portas a bater, simplesmente para tornar clara a sua raiva e indignação? Ou aquela rapariga que faz lindos beicinhos, acompanhados de nariz empinado e cabelos a baloiçar de um lado para o outro, sempre que o namorado não lhe faz as vontades? Pois é, as birras não são privilégio das crianças, mas efectivamente é na infância que se "torcem os pepinos", como diz o ditado.
Por volta dos 2 ou 3 anos de idade surgem as primeiras grandes birras, que são uma manifestação saudável das emoções, sentimentos, desejos e necessidades da criança. Nesta fase, os pequeninos descobrem que podem fazer-se ouvir e como necessitam que as suas vontades sejam satisfeitas de imediato, não poupam pulmões (a gritar), lágrimas e pernas (a espernear), para que tal aconteça.
Embora nada agradável para quem se encontra por perto nestes momentos, essas manifestações fazem parte do desenvolvimento saudável da personalidade, pois é a enfrentar as frustrações e aprendendo a lidar com a raiva que crescemos emocionalmente.

É importante para a criança compreender que a negação dos seus desejos por parte dos pais e educadores não é "simplesmente" um acto de "maldade", mas sim um acto de carinho, de cuidado. É, isso sim, uma atitude que irá ajudá-la a perceber que existe um tempo para tudo, que nem sempre se pode ter tudo aquilo que se deseja, na hora em que se quer. O não - firme- que vem de quem nos ama, é uma forma de preparação para as frustrações futuras.
Existem regras e limites que devem ser respeitados. E será esse aprendizado que permitirá à criança tornar-se um adulto capaz de lutar para conseguir o que deseja, de forma estruturada e eficaz.


Algumas regras de ouro

Em primeiro lugar, mantenha-se sempre calmo. Lembre-se que ao perder o controlo sobre si mesmo, também perderá o controlo da situação e sobre a criança. Sim, é dificílimo, mas faça um esforço. A pior cena é aquela em que você ficou tão zangado que dá por si aos berros e os miúdos ficam a olhar divertidos para a sua expressão de fúria. Papéis invertidos! Portanto, respire fundo, não eleve a voz, fale clara e pausadamente. Você é o modelo, dê um bom exemplo.
Bater, não! A força física deve ser usada apenas para conter. Violência gera ainda mais violência. Se você é agressivo, a criança também o será. Cuidado! Tenha em mente que muitas birras têm origem no cansaço, na fome, no stress físico e emocional. Esteja atento para poder identificar a causa e saná-la, o que irá garantir a estabilidade.


Experimente conversar. De forma calma, mas com firmeza, diga à criança que aquele comportamento não é adequado, que não é dessa forma que ela irá conseguir aquilo que deseja. Explique que para se conseguir algo é necessário saber pedir, e que não podemos ter tudo sempre. Informe que se a birra continuar ela, por exemplo, irá para casa, irá para o seu quarto reflectir sobre o que fez..., que, enfim, a atitude errada, persistindo, será acompanhada de uma consequência. Não tendo "audiência" a criança irá acalmar-se mais rapidamente. Ela só deverá voltar ao convívio quando estiver tranquila. Lembre-se que quando a "cena" acabar é importante conversar com a criança sobre o que se passou, sobre a forma como ela agiu..., que não poderá voltar a acontecer e quais as vantagens de agir correctamente. Elogie o bom comportamento. Valorize o auto controlo que ela é capaz de ter.
Evite a palavra Castigo! Faça a criança entender que o tempo que irá passar no quarto, num canto da sala ou no carro de volta para casa, em consequência da birra que fez, deverá ser utilizado para reflectir sobre a atitude que teve. Mesmo os mais pequenos são capazes de perceber quando erram e de reconhecerem isso. Converse, para que ela se comprometa a não repetir o comportamento inadequado. A criança tem de estar ciente das consequências, boas e más, que as suas atitudes provocam.
Não faça ameaças que não irá cumprir. As crianças têm uma excelente memória. Se fizer uma ameaça real (não comer gelado, não ir a casa dos avós, não brincar no parque), e depois não cumprir, estará a transmitir a mensagem de que as atitudes erradas não têm consequências!... Portanto não se surpreenda se as birras forem cada vez mais frequentes.
Ignorá-la pode ajudar. Os nossos pequenos artistas precisam de público (quantas vezes correm para os braços de avós e tios na tentativa de conquistarem aliados...).
Por mais difícil que seja para si ignore a criança, ou melhor, ignore a birra. Não reconheça o comportamento inadequado que ela está a ter. Nas primeiras vezes esta atitude pode não resultar, mas com o tempo a criança vai perceber que esse não é o caminho para conquistar o que deseja.
Se as birras persistirem, esforce-se para perceber o seu verdadeiro motivo. Muitas vezes a criança está em sofrimento, físico e/ou emocional. Experimente pegá-la ao colo, aconchegá-la nos seus braços, acarinhá-la... Pergunte-lhe o que está a acontecer. A fome, o sono, os medos, são muitas vezes as causas das birras infantis persistentes.
Texto de Thaís Delboni, Psicóloga, Terapeuta Floral, Escritora, Conferencista e Formadora


Vale a pena lembrar
  • Ao levar crianças ao supermercado, procure fazer as compras o mais rápido possível. Os pequenos não têm o mesmo nível de tolerância que os adultos. São muitos estímulos ao mesmo tempo, o que provoca uma sobrecarga sensorial;
  • Nas viagens, programe-se fazer pausas cada hora e meia. Deixe-os sair do carro, esticar as pernas, correr, brincar. Para além disso, abasteça o carro com lápis de cera e papel para desenhos, música, filmes, bonecos, etc.
  • Saudades... Faça um telefonema ou fale pela Internet com o pai/mãe que estão distantes. Escreva um email junto com a criança. Veja fotografias e permita que ela fale dos seus sentimentos.
  • Respeite o sono da criança e os seus horários de descanso. É mais fácil para si adaptar-se do que para as crianças. O sono é fundamental para a tranquilidade delas...

Uma boa notícia
As birras são uma fase, portanto, são passageiras. Entretanto, fale com o seu pediatra se perceber que as birras persistem após os 4 anos - altura em que elas podem assumir mais responsabilidades, decidir sobre algumas questões, o que normalmente reduz a incidência das birras.
Lembre-se de que muitas crianças levam a birra até muito depois dos 3 anos por pura falta de firmeza do adulto, que teme ser autoritário, ou opta por deixar para mais tarde a tarefa de educar.
Firmeza e afectividade devem andar de mãos dadas, para que possam viver experiências de educação, conduzidas pelo amor, pelo conhecimento e pelo compromisso com o desenvolvimento da autonomia das nossas crianças.

Saudações Pedagógicas para todos


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Reunião de Pais


A reunião de início do ano lectivo destina-se à apresentação da Equipa Pedagógica e dos Encarregados de Educação, exposição do Projecto Curricular de Turma, entrega do Plano Anual de Actividades e algumas explicações acerca da dinâmica escolar e Regulamento Interno.

Por serem focados assuntos tão importantes, solicito a presença de todos os Encarregados de Educação na qualidade de parceiros activos na educação das nossas crianças.

Esta reunião, com a duração aproximada de 1h30, irá realizar-se no seguinte calendário:

Dia 29 de Setembro 2011 - Quinta feira - 17h30

Saudações Estudantis.

Uma nova aventura vai começar...

Dou as boas vindas a todos os Pais/Encarregados de Educação que visitam este blog e que este ano me brindaram com a presença dos seus pimpolhos na minha sala.

Estamos no início de mais uma etapa na vida dos nossos pequenitos e a pensar numa melhor forma de podermos comunicar, a equipa pedagógica resolveu criar diferentes blogs , um para cada sala. Esperamos conseguir, assim, ficar mais próximos.


Aqui poderão ver e tomar conhecimento das aventuras espectaculares que os vossos filhotes vivem no seu dia-a-dia, partilhar informações importantes ou simplesmente deixar um comentário.


Visitem este blog com regularidade e ajudem-me a torná-lo um instrumento mais rico e interessante. Conto com a vossa participação.


Saudações Estudantis.